Em muitos filmes, o vilão se destaca por seu desempenho e características. Nos longas de animação não seria diferente. Principalmente quando o vilão é o personagem central do filme. Em Meu Malvado Favorito, dirigido por Pierre Coffin e Chris Renaud em 2010 e com a distribuição da Universal Pictures, Gru é um cara que ama ser malvado. Ele usa um raio congelante para não enfrentar filas, fala e faz maldades com maior prazer e não se importa com os sentimentos das outras pessoas. Seu maior sonho é roubar a lua, e para isso precisa de um raio encolhedor.
Para tentar conseguir o raio, ele precisa se infiltrar na casa de seu maior rival, Vetor. Um menino rico, mimado e que tem diversos equipamentos tecnológicos para usar em suas maldades. Após várias tentativas sem sucesso, Gru vê Margo, Agnes e Edithe venderem biscoitos para seu inimigo e decide adotá-las como forma de utilizá-las para conseguir o raio encolhedor.
Gru é originalmente dublado por Steve Carell, Vetor por Jason Segel, Margo por Miranda Cosgrove, Agnes por Elise Fisher e Edith por Dana Gaier. Já na versão em português, Gru é dublado por Leandro Hassum e Vetor dublado por Marcius Melhem.

Após assistir Meu Malvado Favorito, percebe-se que crianças que esperam ser adotadas idealizam uma família ‘perfeita’ com pai, mãe, irmão, cachorro... Mas que depois de serem adotadas por um homem solteiro, percebem que independentemente do número de integrantes da família, o que realmente importa é o sentimento oferecido a elas e essa reciprocidade. As crianças, principalmente, passam a torcer por um final feliz tanto pra Gru quanto para as três menininhas órfãs.
Durante o filme, a verdadeira realidade do vilão é apresentada, fazendo com que seu lado mal seja uma ‘característica engraçada’ e passamos a torcer pelo personagem. Um dos roteiristas do filme, Ken Daurio, fala sobre como surgiu a ciração para o personagem de Gru. "Amamos a ideia de abraçar um pouco o lado obscuro. Todos querem ser malvados. Todos desejamos não ter que esperar na fila pelo café, aí então desejar ter um raio congelante, para congelar todos e furar a fila".
O 'novo' conceito da família apresentado no longa, ressalta o chefe de família solteiro, sem necessariamente uma presença materna. As três garotinhas tinham uma figura de mãe horrível no orfanato. Gru também não tinha uma relação 'saudável' com sua mãe, então foi uma situação inédita tanto para as crianças como para Gru.
O filme mostra o lado tanto de quem adota e de quem é adotado. ‘Normalmente’, casais buscam nos orfanatos por bebês para adotar. Muitas vezes, crianças que têm irmãos no orfanato, se separam. Adotar a mesma família é muito raro. Em Meu Malvado Favorito, qualquer tipo de preconceito é eliminado. A adoção é apresentada de uma forma natural, o que é interessante, principalmente, por se tratar de um filme infantil.
Portanto, o longa mostra e realidade e os sentimentos de um vilão que tem coração, o desejo de três irmãs de serem adotadas, e como essas duas histórias se unem em prol da felicidade de ambos. Apresentando realmente que ninguém gosta de esperar na fila do supermercado, nem sempre tem um bom relacionamento com a família, mas que os bons sentimentos devem ser lembrados, construindo assim, os melhores momentos da vida.
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